ETC

Jornal Electrónico do Agrupamento de Escolas de São Bernardo

Língua Portuguesa

Foi solicitado aos alunos que escrevessem sobre a sua casa, a sua rua ou a sua cidade.

Apresentam-se alguns dos trabalhos, feitos numa aula.

Professora Glória Magalhães

.

O meu lar

 

Eu vivo em São Bernardo.

Chego a casa em record de leopardo.

Quando a casa chegar,

A mochila vou pousar,

E, depois, vou brincar.

A seguir, a mãe vou ajudar

A fazer o jantar,

Para a família saborear.

Logo a seguir, estudar,

A mãe auxiliar,

Com o irmão jogar

E com a família conversar.

Por fim, um banho tomar

E, depois, vou-me preparar

Para o dia acabar.

Adoro o meu lar.

 

Alexandre Gonçalves, nº 1, 5º D

.

A minha rua

 

Na minha rua,

As casas são poucas,

Uma casa minha e outra sua,

Algumas pequenas, mas todas boas.

 

Na minha casa eu tenho salas.

Numa delas tenho malas.

Tudo ao dispor,

Se alguém a minha casa for.

 

Não moro na cidade,

Mas numa vila,

Pois há mais verdade

E não há fila.

 

Nos hipermercados

É que ficamos “marados”,

Pois há desconto em produtos fatiados.

 

David Marques, nº 5, 5º D

.

A minha casa, a minha rua

 

A minha rua é bastante normal,

E o seu nome é Pedro Álvares Cabral.

A rua é um divertimento

E eu moro num apartamento.

 

Na rua com os meus amigos gosto de brincar,

Costumo lá correr e saltar.

Eu e os meus amigos jogamos lá futebol,

Quer esteja a chover quer faça sol.

 

A minha casa é pequenina,

Mas tenho um terraço para brincar com a minha cadelinha.

Na minha garagem ando de bicicleta

E com os meus primos ando de trotineta.

 

No meu quarto, eu vejo o meu programa predileto.

Nessa altura não estou irrequieto.

 

Eu adoro o meu apartamento

E corro para lá a todo o momento.

 

Gabriel pinho, nº9, 5º D

.

A minha rua

A cidade onde eu vivo chama-se Aveiro, mas eu prefiro falar sobre a minha rua.

A rua onde eu brinco, jogo e me divirto chama-se Rua do Barro.

Gosto de viver na minha rua porque estou junto das pessoas de quem mais gosto, a minha família. As casas são todas seguidas, logo eu vivo ao pé dos meus tios, tias, primos e primas.

Todas as sextas-feiras, todos os sábados e todos os domingos, vou para casa da minha prima e só preciso de saltar um muro!

Quando alguém precisa de alguma coisa, é só pedir à “família vizinha”.

Na minha rua posso estar à vontade e descontrair. É tudo o que preciso para viver na rua perfeita!

Se podia viver noutra rua?

Podia, mas não era a mesma coisa!

 

Madalena Lopes, nº 18, 5º D

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