ETC

Jornal Electrónico do Agrupamento de Escolas de São Bernardo

Arquivo de Fevereiro, 2009

Sala de professores

Uma visita à sala de Professores
Na grande curiosidade de conhecer o que há para lá da porta da sala de professores, o clube do Jornal, após obter a devida autorização da Presidente do Conselho Executivo, foi recolher algumas impressões.
Entramos na sala de professores, observamos os vários locais: as mesas de trabalho; o computador; a zona de arquivo; o local dos livros de ponto, chaves e dossiers; a zona de convívio e o bar. Nas paredes encontramos vários placards com variadas informações. Entrevistamos algumas das pessoas que estavam na sala para sabermos um pouco mais deste espaço:

Entrevistas na sala de professores

J: Como se chama a Senhora Professora?
P: Chamo-me Paula Madalena.
J: Que disciplina é que ensina?
P: Inglês!
J: Gosta de trabalhar na escola?
P: Gosto muito!
J: Gosta da sala dos professores?
P: Gosto, mas é um pouco pequena.
J: Então gostaria que fosse maior?
P: Sim! Mas gosto da sala porque é bem quentinha!
J: Gosta da maneira como está disposta?
P: Ah! Sim, também não há muitas maneiras de a dispor.
J: Mudaria alguma coisa na sala dos professores?
P: Aumentava a sala, tentava pôr mais mesas redondas se a sala fosse maior para puder estar mais tempo a trabalhar, falta música, uma impressora, punha mais computadores, um quadro interactivo para podermos testar os materiais antes de ir para as aulas.
J: O facto de não ter isso na sala dificulta-lhe o trabalho?
P: Sim muito!
J: E a impressora dificulta quando não acaba o trabalho em casa !
P: Exacto.
P: Devia haver uns 5 computadores e umas 2 impressoras.
J: Obrigado pela entrevista

Encontramos noutro recanto da sala outro professor:
J: Então como se chama o senhor professor?
P: Aristides Rodrigues.
J: E sente-se bem na sala dos professores ?
P: Sinto.
J: Então gostaria de mudar algo na sala dos professores?
P: Para já não !
J: E acha que faltam alguns meios informáticos?
P: Faltam! Mais computadores impressora televisão melhor para nós podermos ver alguns programas e principalmente falta espaço.
J: Obrigado pela entrevista!

A servir no bar da sala de professores, encontrámos a Dona Fátima:
J: É a senhora que é a funcionária que trabalha aqui no bar da sala dos professores?
P: Sim, sou eu.
J: E gosta do espaço ?
P: Sim, gosto muito.
J: E mudaria alguma coisa na sala?
P: Não
J: Gosta de trabalhar aqui?
P: Sim, é quentinho e os professores são porreirinhos.
J: Quando pedem os produtos do bar são muito exigentes?
P: Às vezes são um bocadinho.
J: Obrigado pela entrevista

Pedro Nogueira 5ºE e Nuno Ramos 5ºE

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Cantina da escola

Sabemos que há normas para o funcionamento das cantinas escolares previstas na lei.
Estas normas, definem como se deve proceder nas cantinas escolares relativamente à higiene, confecção dos alimentos, espaço físico e aquisição dos alimentos
A cantina da nossa Escola tem tudo o que a Lei prevê.
Fazendo uma pequena viagem guiada observamos que existe: um espaço propriamente utilizado para conservação, arrumação dos alimentos, outro espaço com equipamento próprio, como fogão, para confecção dos alimentos, lava-loiças e armários onde os pratos, copos, talheres e guardanapos são devidamente guardados.
Oh! Às vezes até cheira tão bem, quando os alimentos estão a ser confeccionados!!!
As ementas estão afixadas em vários locais da Escola, e pode observar-se que, se num dia comemos peixe no outro comemos carne. Todos os dias há sopa, os alimentos do segundo prato são acompanhados com arroz, massa, puré, batatas, feijão frade, e há sempre salada de alface, tomate e cebola. Às refeições bebemos água e se quisermos comemos pão.
No espaço onde comemos há janelas, mesas e cadeiras.
Para transportarmos a comida, utilizamos tabuleiros que devolvemos em sitio próprio ,após a refeição.
Muito embora consideremos que a nossa cantina é um espaço agradável, também temos opinião que as suas paredes poderiam ser decoradas com mais trabalhos feitos por nós, alunos. Afinal é um espaço nosso…

Luís Breda 5ºE e Pedro Brito 5ºE

Impressões digitais

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O que são impressões digitais?

São os desenhos, deixados numa superfície lisa, formada pelas papilas (elevações da pele), presentes nas polpas dos dedos das mãos. Usadas há mais de mil anos sabemos hoje que as impressões digitais são únicas, sendo diferentes inclusive entre gémeos
A impressão digital apresenta pontos característicos e formações que permitem a um perito identificar uma pessoa de forma bastante confiável. Algumas pessoas, contudo, apresentam as pontas dos dedos lisas, o que caracteriza a chamada Síndrome de Nagali;
Curiosidade: A origem do nome deriva do digito, que por sua vez procede do latim digitus, significando dedo.

Uma pequena história

As impressões digitais situam-se na ponta dos nossos dedos. Os criminalistas tiram amostras das impressões na cena de um crime e compararam-nas com outras. No entanto, as impressões digitais são agora reproduzidas e digitalmente registadas em uma enorme base de dados, usada para encontrar, com rapidez, uma identificação que antigamente levavam muito tempo.

Qual a importância das impressões digitais?
As impressões digitais são importantes porque permitem distinguir as pessoas, em qualquer circunstância, por isso foi criado um documento chamado Bilhete de Identidade (B.I.).
São também utilizadas para acesso nos locais de trabalho ou até mesmo em casa. Cada vez é mais utilizado nas novas tecnologias.

Os diferentes tipos de impressões digitais:
– em remoinho
– em arco
– em arco levantado
– loop à direita
– loop à esquerda
O padrão de arco, é o mais comum – encontra-se em cerca de 60% da população mundial.

As novas tecnologias

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Joana Miranda 6ºD
Matilde Lopes 6ºD

Aprender Português, na escola, é para todos!

Formação em Língua Portuguesa para Estrangeiros na EB 2/3 de S. Bernardo

 

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Teve início no passado dia 19 de Janeiro, na Escola EB 2/3 Ciclos de S. Bernardo, o primeiro Curso de Língua Portuguesa – Não Materna, destinado a adultos Estrangeiros.

A turma é constituída por doze alunos, residentes na região de Aveiro, que são naturais de países tão distantes como Ucrânia, Uzbequistão, Moldávia, Polónia, Venezuela e China, e que escolheram a cidade da Ria como local de trabalho e de residência.

Este Curso, que funciona três dias por semana, tem a duração de 200 horas, em regime pós-laboral. Dez horas de formação semanal, distribuídas em três noites de estudo e aprendizagem do português, são o desafio que estes formandos querem vincadamente assumir e cumprir, no sentido de mais facilmente se puderem integrar na vida e nos costumes portugueses.

Titulado pela Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), Tipologia de intervenção 6.6 do POPH («Formação em Língua Portuguesa para Estrangeiros»), com o apoio do QREN e do Fundo Social Europeu, este Curso surge na EB 2/3 de S. Bernardo graças à acção que este estabelecimento de ensino tem desenvolvido no acolhimento, apoio e intervenção local das comunidades estrangeiras residentes na zona de Aveiro e periferia.

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Prof. Mário PC Martins

O mistério da escola azul…

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A nossa escola está azul porquê? Vamos investigar. Tudo parece misterioso, quando saímos da escola em Junho, ela estava amarela como o sol, em Setembro ficou azul. Foi concerteza obra de algum instinto criminoso, ou será ainda um pintor maluco que queria gozar connosco… Será que foi no calor do verão que quiseram tornar a escola mais fresquinha? Ou será que quiseram torná-la invisível e confundir-se com o céu? Será que a Escola é do F.C Porto? Será que foi para combinar com os sofás da biblioteca ou com a ria de Aveiro? Mas a ria às vezes está verde outras azul? Ou será que queriam pôr toda a escola da cor das batas das funcionárias e dos cartões dos alunos? Será que quiseram vestir a escola de ganga? Será que queriam transformar a escola no ecoponto azul para descarregar papel e cartão?
As inspectoras Vera e Catarina muniram-se com todos os instrumentos necessários para descobrir o que aconteceu à nossa escola: Lupa, chapéu e gabardine, acção! Coisas que temos que fazer:
1) Interrogar todos os funcionárias/os, professores e alunos para descobrir os principais suspeitos.
2) Encontrar testemunhas.
3) Procurar vestígios: um cabelo, impressões digitais, DNA, pegadas, etc.…
4) Perguntar à professora Glória, Presidente do Conselho Executivo, quem pintou a escola de azul, porquê e quem teve a ideia da escola azul.
Todos estamos muito curiosos para saber o desfecho desta longa investigação.
Primeiro entramos na biblioteca e procuramos um livro que nos esclarecesse quais os significados e ideias que estão por traz da cor azul:
1. “Cor preferida de mais de metade da população ocidental”
2.”Cor do infinito, do longínquo, do sonho”
3.”Cor da melancolia e da nostalgia.”
4.”Nas embalagens de medicamentos, os calmantes e os soníferos têm a ver com a cor azul”
5.”Cor da fidelidade, amor, da fé.”
6.”Cor das paz. Portanto, cor das grandes instituições internacionais: O.N.U., U.N.E.S.C.O., Concelho da Europa.”
7.”Cor da humildade do azul, que não agride.
8.” Cor do frio e da frescura.”
Entrevistamos algumas pessoas:
D. Alegria auxiliar de acção educativa:
-D.Alegria o que acha da escola estar azul?
-Acho fixe! Eu gosto.
– Porque é que acha que a escola foi pintada?
– Porque precisava de ser pintada por fora e também por dentro.
Francisca aluna do 6ºB:
– Porque é que achas que a escola está azul?
-Não faço a mínima.
-Gostas da escola assim ou mais dela amarela?
-Gosto mais assim.
Professora Lídia Carvalho:
-Porque é que acha que a escola está azul?
-Porque queriam mudar de cor não é? Portanto precisava de ser pintada.
– E o que acha da escola assim?
– Ficou mais alegre, mais airosa, mais juvenil.

Senhor Paulo Fernandes Encarregado de educação de um aluno do 5ºC:
-Porque acha que a escola está azul?
-Penso que isso é uma ordem ministerial julgo eu, do ministério pelo menos todas as escolas que eu vi passaram a ser azuis.
-E acha que a escola está gira?
-Sim, pelo menos tem a cara lavada com se costuma dizer.
Rossana Fernandes ex. aluna:
-O que acha da escola estar azul?
Está fixe.
– Porque é que acha da escola estar azul?
– Porque o conselho executivo optou por isso.

É muito estranho, a escola estar azul, andamos às voltas, procurámos vestígios de actos criminosos. Não encontrámos nada, nem um impressão, nem um indício crime. Todos os nossos suspeitos encararam a escola estar azul com muita naturalidade. Só havia um caminho a investigar, perguntar à professora Glória, Presidente do Conselho Executivo porque é que a escola está azul, eis a resposta da professora Glória:
Como podem reparar pela decoração interior, os azulejos, o refeitório, etc. esta escola de raiz sempre foi azul por dentro, se vocês olharem para as coisas que vos rodeiam, tudo é azul. Se vocês, por exemplo, forem à escola da Oliveirinha, ela por dentro é cor-de-rosa. Quando nos apareceu a hipótese de concorrermos neste concurso do Ministério da Educação para pintarmos a escola, no Conselho Executivo as opiniões que surgiram foram para pintar a escola em dois tons de azul. Para combinar o interior com o exterior. Por esse motivo a escola está azul.

Afinal, não há crime, apenas se melhorou o aspecto da escola.

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Vera Fernandes 6ºA e Catarina Santos 6ºA

Tribal Wars

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Para aceder ao jogo Tribal Wars temos que ir ao site de tribal wars em http://www.tribalwars.com.br/ em que o registo é grátis. Este jogo é um jogo de estratégia. o jogo inicia -se com uma pequena aldeia com baixos níveis de produtividade e de segurança. O jogador terá aumentar os vários níveis existentes: mina de ferro, poço de argila, bosque(onde se vai recolher a madeira), edifício principal (que possibilita a construção de outras infra-estruturas), fazenda (possibilita o aumento da população), quartel (que possibilita recrutar tropas para a defesa da sua aldeia) armazém, etc…
Para fazer estas construções o jogador tem que gerir os recursos existentes, negociando alguns no mercado e até assaltando e pilhando algumas aldeias vizinhas que estão menos evoluídas. O desafio é grande e exige muita prudência e alguma astúcia.

Diogo Francisco 6ºB

Como fazer um foguetão com água e pastilhas de Alka Seltzer?

Material necessário:
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– Uma caixa de rolo para fotografias.
– Uma embalagem com pastilhas Alka Seltzer.(disponíveis em farmácias).
– Uma garrafa de água.

Procedimento:
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Primeiro colocamos na caixa para rolos fotográficos um pouco de água, de seguida partimos a pastilha Alka Seltzer ao meio e colocamos na caixa com água. Tapamos e colocamos no chão com a tampa virada para baixo. O resultado é surpreendente com a caixa a voar, como um foguetão, mais de sete metros.

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Simão 6ºB e Diogo Francisco 6ºB