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Jornal Electrónico do Agrupamento de Escolas de São Bernardo

Arquivo de Cultura

MARCHA DE SANTO ANTÓNIO

Marchas Populares do Agrupamento

13 de Junho de 2012

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… e agora mais dois filmes do 1º Ciclo

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POESIA NA RIA DE AVEIRO

No dia 1 de Junho a turma do 7º D deu um passeio na Ria de Aveiro, num dos tradicionais Moliceiros, ouvindo poesia declamada pelo Dr. Jorge Neves do Grupo Poético de Aveiro.

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FOI  ESPETACULAR!

Língua Portuguesa

Foi solicitado aos alunos que escrevessem sobre a sua casa, a sua rua ou a sua cidade.

Apresentam-se alguns dos trabalhos, feitos numa aula.

Professora Glória Magalhães

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O meu lar

 

Eu vivo em São Bernardo.

Chego a casa em record de leopardo.

Quando a casa chegar,

A mochila vou pousar,

E, depois, vou brincar.

A seguir, a mãe vou ajudar

A fazer o jantar,

Para a família saborear.

Logo a seguir, estudar,

A mãe auxiliar,

Com o irmão jogar

E com a família conversar.

Por fim, um banho tomar

E, depois, vou-me preparar

Para o dia acabar.

Adoro o meu lar.

 

Alexandre Gonçalves, nº 1, 5º D

.

A minha rua

 

Na minha rua,

As casas são poucas,

Uma casa minha e outra sua,

Algumas pequenas, mas todas boas.

 

Na minha casa eu tenho salas.

Numa delas tenho malas.

Tudo ao dispor,

Se alguém a minha casa for.

 

Não moro na cidade,

Mas numa vila,

Pois há mais verdade

E não há fila.

 

Nos hipermercados

É que ficamos “marados”,

Pois há desconto em produtos fatiados.

 

David Marques, nº 5, 5º D

.

A minha casa, a minha rua

 

A minha rua é bastante normal,

E o seu nome é Pedro Álvares Cabral.

A rua é um divertimento

E eu moro num apartamento.

 

Na rua com os meus amigos gosto de brincar,

Costumo lá correr e saltar.

Eu e os meus amigos jogamos lá futebol,

Quer esteja a chover quer faça sol.

 

A minha casa é pequenina,

Mas tenho um terraço para brincar com a minha cadelinha.

Na minha garagem ando de bicicleta

E com os meus primos ando de trotineta.

 

No meu quarto, eu vejo o meu programa predileto.

Nessa altura não estou irrequieto.

 

Eu adoro o meu apartamento

E corro para lá a todo o momento.

 

Gabriel pinho, nº9, 5º D

.

A minha rua

A cidade onde eu vivo chama-se Aveiro, mas eu prefiro falar sobre a minha rua.

A rua onde eu brinco, jogo e me divirto chama-se Rua do Barro.

Gosto de viver na minha rua porque estou junto das pessoas de quem mais gosto, a minha família. As casas são todas seguidas, logo eu vivo ao pé dos meus tios, tias, primos e primas.

Todas as sextas-feiras, todos os sábados e todos os domingos, vou para casa da minha prima e só preciso de saltar um muro!

Quando alguém precisa de alguma coisa, é só pedir à “família vizinha”.

Na minha rua posso estar à vontade e descontrair. É tudo o que preciso para viver na rua perfeita!

Se podia viver noutra rua?

Podia, mas não era a mesma coisa!

 

Madalena Lopes, nº 18, 5º D

ACRÓSTICOS

 Ando na praia a

Nadar e o vento do

Ar faz-me flutuar.

Ana Isabel Borralho, nº 1, 5º C

Beatriz vê televisão,

E gosta de estar com o cão.

A sua mãe é bonita,

Traz uma fita.

Rir, rir, até fartar,

Irá para o jardim rodopiar,

Zonza irá ficar.

Beatriz, nº 2, 5º C

Bolachas maria

Redondinhas e fresquinhas.

Um pão,

Natas do céu

Ou castanhinhas.

Bruno Duarte, nº 3, 5º C

Cá vou eu que

Adoro viajar.

Todos os cantos do mundo, hei de apreciar.

Amigos ao meu lado para não me irritar.

Ruas, cidades, países e monumentos

Iluminados para grandes momentos.

Nova Iorque, Roma e Paris.

Afinal, foi o que sempre quis!

Catarina Portugal, nº 4, 5º C

Cristiana é o meu nome.

Rapariga eu sou.

 Inteligente consigo ser,

Se me esforçar suficientemente.

Teimosa sou e

Irrito-me facilmente.

Azul é a minha cor preferida, mas

Não agrada a toda a gente.

Assim sou eu e o poema acabou.

Cristiana Saraiva, nº 5, 5º C

Dia divertido,

Amigos sempre unidos.

Nunca estamos separados.

Inverno, não gostamos.

Estação de verão, adoramos!

Lamento, se ficarmos “chateados”.

Daniel Gomes, nº 6, 5º C

Divirto-me a jogar!

Inventar

Ou com a bola brincar.

Gosto de arriscar.

Outra coisa, nem pensar!

Diogo Rodrigues, nº 8, 5º C

Dou um chuto na bola.

Às vezes, é preciso substituir.

Vou sempre a correr, sem desistir.

Imagino uma estratégia perfeita.

De hoje em diante, ninguém me vai destruir.

David Castro, nº 7, 5º C  

Ivo é o meu nome

Verdadeiro.

O teu amigo, guerreiro.

Ivo Andias, nº 12, 5º C

Divirto-me a jogar.

Inventar…

Ou com a bola brincar.

Gosto de arriscar.

Outra coisa, nem pensar.

Diogo Rodrigues, nº 8, 5º C

Handebol é a minha paixão.

Um desporto da minha predileção.

Gosto tanto! Está no meu coração.

Os jogos vão-me tornar campeão.

Hugo Lagarto, nº 11, 5º C

Jota de janota,

Olha para trás.

Ão, ão”, diz o cão.

Ou o João?

João Alves, nº 13, 5º C

Reis que adoraram Jesus,

Um menino de luz.

Irradia e seduz.

Rui Luzia, nº 16, 5º C

Não consigo estar parada,

Ou ouvir com atenção.

A minha mãe fica pasmada,

Ri-se com a minha descontração.

Não percebe nada.

Imagino a sua confusão!

Noarni Neves, nº 15, 5º C

Tiago é o meu nome.

Ídolo quero ser.

Agora, estou a aprender.

Gostaria muito de tudo saber.

Ora, ainda estou para ver.

Tiago Silva, nº 19, 5º C 

Trago a bola,

Impaciente a rematar.

Acho que vou marcar.

Golo!!!

Ou será que estou a sonhar???

Tiago Pires, nº 20, 5º C

Trapalhão

Ou preguiçoso?

Malandreco e falador?

Às vezes, sou conversador.

Sei que me devo portar com todo o primor.

Tomás, nº 21, 5º C

Vim de França,

Impaciente para aprender,

Com dez anos, uma criança.

Estou sempre pronto a responder.

Na escola,

Também tenho uma bola

E, em casa, jogo no totobola.

Vicente Marcelo, nº 22, 5º C

Jogo à bola

Em direção à baliza.

Se falhar,

Salto pelo ar,

Indo, depois, marcar

Com muita força e

Abraço os meus adversários.

Jéssica, nº 23, 5º C

Manga é…

A minha fruta especial,

Nunca provei outra igual!

Gosto da cor amarelada.

A manga é uma fruta meio aveludada.

Alexandre Ribeiro, nº 1, 5º D

Para comer e saborear,

E gostosa a valer,

Riscada ou pintada,

As vitaminas deve ter.

Gabriela Louvado, nº 10, 5º D

Manga é…

A fruta tropical que

Não há no meu quintal.

Gosto de todas as frutas em geral, mas

A manga é especial.

Maria Miguel Fernandes, nº 20, 5º D

Melancia é a minha fruta preferida

E é doce, fresca e colorida.

Levo-a sempre comigo.

Ao almoço, lanche e jantar,

Não pode faltar!

Como com prazer e satisfação.

Imagino que não há melhor

Alimento para o coração.

Maria Beatriz Almeida, nº 27, 5º D

A 2ª Revolução Industrial

Ao longo do séc. XIX a Inglaterra liderou o processo de industrialização, sendo o país que mais produzia e exportava. Os lucros deste comércio eram reinvestidos em novos negócios, na Inglaterra ou no estrangeiro.

Durante este período, a Revolução Industrial alastrou-se a outros países da Europa, aos Estados Unidos e ao Japão. Na Europa, depois da Inglaterra e da Bélgica, a Alemanha e a França foram os países em que a indústria mais se desenvolveu.

Os Estados Unidos da América tinham uma população jovem e muita mão-de-obra vinda de emigrantes europeus. Este país destacou-se ainda pelas inovações na ciência e nas técnicas.

O Japão começou a sua industrialização nos finais do século XIX. Quando os Americanos tentaram obrigá-lo, pela força, a abrir uma revolução para modernizar o país, iniciando a era Meiji. Foram construídas fábricas e caminhos-de-ferro e desenvolveram-se os setores da construção naval e da indústria têxtil algodoeira.

Por volta de 1870 deu-se a segunda Revolução Industrial.

Na segunda metade do século XIX deram-se avanços significativos na ciência e nas técnicas que permitiram a utilização de novas fontes de energia: a eletricidade e o petróleo (gasolina e gasóleo).

Apareceram indústrias novas, tais como a indústria química, a indústria de materiais elétricos. A indústria do aço desenvolveu-se muito, devido à construção de máquinas, pontes, arranha-céus e caminho-de-ferro.

Na indústria de aparelhos elétricos desenvolveu-se a produção de diversos eletrodomésticos e meios de comunicação: telégrafo (inventado por Samuel Morse), o telefone (inventado por Alexander Bell) e a telefonia (inventada por Marconi).

 

 

 

 

 

 

 

A Revolução dos Transportes iniciou-se com a aplicação da máquina a vapor ao barco (invenção de Fulton, em 1803) e à locomotiva (invenção de Stephenson, em 1816). A navegação a vapor fazia o transporte regular de pessoas e mercadorias entre os continentes.

O barco a vapor permitiu a deslocação de milhões de pessoas da Europa para a América. Nos transportes terrestres destacou-se o comboio, que se tornou o mais importante meio de transporte de pessoas e mercadorias.

Autores: Ana Tavares, Fábio Pereira, Patrícia, Matilde Hilário – 8ºA

Visita de Estudo a Vila Do Conde

No dia 27 de abril, todas as turmas do 8º ano do Agrupamento de Escolas de São Bernardo, participaram numa visita de estudo a Vila do Conde.

Esta visita abarcou vários objetivos associados às disciplinas de Geografia, Historia, Ciências Físico- Químicas e Ciências Naturais.

Saímos da escola por volta das 08h 30m de autocarro, em direção ao Centro de Ciência Viva daquela cidade. Este centro dedica-se à difusão da ciência e da tecnologia. Neste local tivemos a oportunidade de realizar várias experiências, simular um percurso dentro de uma artéria e visionar um vídeo sobre a importância da doação de sangue e a sua conservação. Neste polo da que nos agradou mais foi a realização de experiências.

De volta ao autocarro, parámos no parque da cidade, denominado “Parque João Paulo II”, onde almoçámos. Este foi também um momento de convívio e diversão, o qual apreciámos muito.

Depois do almoço dirigimo-nos à nau quinhentista. Este tipo de barco foi muito importante nas navegações portuguesas, pois correspondia à necessidade de transportar muita carga, sobretudo especiarias. Achámos curioso o que nos informaram sobre a falta de hábitos de higiene, a forma como tratavam as doenças, bem como a hierarquia existente a bordo.

A paragem seguinte foi o Museu da Alfândega Régia dedicado à tradição vilacondense da construção naval. Neste local explicaram-nos quais eram os produtos importados e exportados e como estes eram organizados na Alfândega. Também nos deram a cheirar e a tocar algumas das especiarias transportadas naquele tempo, entre outras atividades.

No geral gostámos da visita, que correu muito bem!

 

João Loureiro, Pedro Nunes , Gabriel  Teixeira 8ºD